Vamos por ordem cronológica dos fatos, afinal, tem muita coisa para contar.
Eu entrei em férias no dia 31 de dezembro. Curtindo meu primeiro dia das minhas primeiras férias, fizemos um churrasquinho ao meio dia e convidamos o Sandro para almoçar. Passamos a tarde na piscina e a baixinha adorando, pra variar. À noite, fomos passar a virada de ano na casa da Bibi, enquanto a vovó Cláudia estava na praia. No 1º dia de 2011, embarcamos para o litoral onde ficamos por 15 dias, até o meu aniversário, que mais uma vez foi um grande evento. Durante as férias, a Duda pôde aproveitar a praia ao máximo. O tempo estava ótimo e o mar limpo. Todos os dias, sem exceção, íamos na praia de manhã, depois do café e no final da tarde. Muitas vezes levávamos baldinhos, forminhas e todo o equipamento infantil de diversão na areia. Pra nada. Ela só queria saber do mar, do montão de água que ela tinha à frente ainda inexplorado. Levamos as bicicletas, compramos a cadeirinha apropriada e lá íamos nós, papai, mamãe e Duda pedalando pela areia até a plataforma, meta desde que me conheço por gente. No meu aniversário, a casa estava cheia, parecia um refúgio de desabrigados, com colchão e mochila por todo o lado. Jogamos até Rugby, aliás, primeira partida de rugby nas areias de Cidreira. Começou na sexta e terminou domingo, quando eu voltei para Porto Alegre e a rotina diária me esperava, sorrindo, na segunda-feira. Voltando para a realidade e a rotina, a Duda começou a falar coisas e perceber que, para sair de casa, precisa da chave, além de mexer na maçaneta. Aprendeu também que para dirigir, tem que mexer na direção e na palanca de marchas, mesmo que ela não olhe pra frente enquanto o carro está andando e ela dirigindo no meu colo. Em fevereiro, teve o aniversário da Keka, a qual insiste em ser chamada de "madrinha" e a Duda resume simplesmente para...Keka. O primo Lipe de Brasília veio de mala e cuia morar aqui, e a Duda não sai da volta dele. É "Pipe" pra cá, "Pipe" pra la. Quando aparece uma partida de futebol na tevê, ela olha, grita "gooool" e quando perguntada de quem é o gol, prontamente responde: Bu, Pipe.
Durante o verão, ela começou a falar de tudo. Aprendeu a me chamar, mas com algumas variações, papaiêiê e papai, e o mais utilizado: papaiê. Mamnina é mamãe da menina (também chamada de mamã, mami), Dida é dinda, "ani" é o dindo Dani ou a Nathy, tanto faz. Bibi, vovó e vovô, Bu (outro dindo), "Tía", Ada.
Dizem que o ano só começa mesmo em março. Também acho, afinal, é aí que começam as aulas, trânsito e tudo o que a gente aguenta o ano todo. Mas março tem carnaval, quatro dias de festa e tempo de curtir a família nesse período de mini-férias. Esse ano, ficamos em Porto Alegre, mas não deixamos de aproveitar e reparar que, pelo movimento que tinha, ou a praia estava vazia ou a cidade está com explosão populacional. Tudo cheio, ruas lotadas de carros, supermercados com filas o tempo todo. Tentando fugir disso, pegamos a vovó Sonia e a Nathy e fomos pro zoológico. Chegando lá, vimos que muita gente teve a mesma idéia, o parque estava lotado. O passeio foi maravilhoso. A pequena ficou eufórica quando viu os macacos, pássaros, tartarugas, leão e urso, que ela diz ser o "uscho" da dinda. Hipopótamos, rinocerontes, elefantes e zebras, todos bem dispostos a se exibirem. No final, fizemos um piquenique embaixo das árvores. Na segunda-feira, para repor as energias, fomos dar uma caminhada em Ipanema no final da tarde. Terça-feira e último dia de festa, fomos pra casa da Bibi comer um churrasquinho. Passamos o dia lá, voltando pra casa somente à noite. Quarta-feira, 9 de março, voltamos pra casa da Bibi, tinha um jogaço no estádio Olímpico e eu estaria presenciando uma final espetacular. Grêmio e Caxias decidiam o 1º turno do Gauchão. Grêmio perdendo o jogo todo, 2 x 0 pra eles até que no último minuto, 50 do segundo tempo, o Grêmio empata a partida e leva a decisão para os pênaltis. Aí a camisa pesou mais e saímos campeões. Ainda durante o carnaval, a Duda soltou mais pérolas: quando alguém fica descalço, ela fica furiosa, mandando colocar o "papato". "Papaiê, papato". "Mamnina, papaaato", e nem a "dida" escapa. Aprendeu a falar "pech" (peixe), bolscho (bolso), bola e imitar o rugido de um leão.
No final de semana seguinte, minha mãe subiu pra Sta Catarina, aproveitando as férias do meu pai e deixando a casa da praia à deriva. Nos tocamos pra lá, tentando fugir da rotina (que mal começou) e aproveitar os últimos momentos de praia. Saímos de "bichi", como a Duda chama as bicicletas, pelas ruas vazias e as casas todas fechadas com trancas pesadas, sinal de que realmente o verão chegou ao fim.
Uma outra novidade, é a Duda avisar quando faz xixi ou cocô. O que ela ainda não aprendeu, é que ela tem que avisar antes, e não depois que fez. Compramos um assento pra ela, todo colorido e com almofadinha. Colocamos ela sentada quando ela pede, mas apenas uma vez ela fez cocô na privada.
Pra finalizar essas atualizações, nesse último final de semana, 20 de março, chegou a Camila (pra Duda era a "mimi") de Santa Maria com a Manuela e o Dudu. A Duda, que já está acostumada com o "namorado" dela que também é Dudu, ficou na volta do primo. Ela e a Manu brincaram bastante. Aproveitamos a rápida estadia e fomos no estádio do Grêmio tirar fotos. Elas voltaram pra terrinha no dia seguinte, segunda-feira no final do dia.
Finalmente atualizado com quase tudo contado (a memória anda falhando).
Eu entrei em férias no dia 31 de dezembro. Curtindo meu primeiro dia das minhas primeiras férias, fizemos um churrasquinho ao meio dia e convidamos o Sandro para almoçar. Passamos a tarde na piscina e a baixinha adorando, pra variar. À noite, fomos passar a virada de ano na casa da Bibi, enquanto a vovó Cláudia estava na praia. No 1º dia de 2011, embarcamos para o litoral onde ficamos por 15 dias, até o meu aniversário, que mais uma vez foi um grande evento. Durante as férias, a Duda pôde aproveitar a praia ao máximo. O tempo estava ótimo e o mar limpo. Todos os dias, sem exceção, íamos na praia de manhã, depois do café e no final da tarde. Muitas vezes levávamos baldinhos, forminhas e todo o equipamento infantil de diversão na areia. Pra nada. Ela só queria saber do mar, do montão de água que ela tinha à frente ainda inexplorado. Levamos as bicicletas, compramos a cadeirinha apropriada e lá íamos nós, papai, mamãe e Duda pedalando pela areia até a plataforma, meta desde que me conheço por gente. No meu aniversário, a casa estava cheia, parecia um refúgio de desabrigados, com colchão e mochila por todo o lado. Jogamos até Rugby, aliás, primeira partida de rugby nas areias de Cidreira. Começou na sexta e terminou domingo, quando eu voltei para Porto Alegre e a rotina diária me esperava, sorrindo, na segunda-feira. Voltando para a realidade e a rotina, a Duda começou a falar coisas e perceber que, para sair de casa, precisa da chave, além de mexer na maçaneta. Aprendeu também que para dirigir, tem que mexer na direção e na palanca de marchas, mesmo que ela não olhe pra frente enquanto o carro está andando e ela dirigindo no meu colo. Em fevereiro, teve o aniversário da Keka, a qual insiste em ser chamada de "madrinha" e a Duda resume simplesmente para...Keka. O primo Lipe de Brasília veio de mala e cuia morar aqui, e a Duda não sai da volta dele. É "Pipe" pra cá, "Pipe" pra la. Quando aparece uma partida de futebol na tevê, ela olha, grita "gooool" e quando perguntada de quem é o gol, prontamente responde: Bu, Pipe.
Durante o verão, ela começou a falar de tudo. Aprendeu a me chamar, mas com algumas variações, papaiêiê e papai, e o mais utilizado: papaiê. Mamnina é mamãe da menina (também chamada de mamã, mami), Dida é dinda, "ani" é o dindo Dani ou a Nathy, tanto faz. Bibi, vovó e vovô, Bu (outro dindo), "Tía", Ada.
Dizem que o ano só começa mesmo em março. Também acho, afinal, é aí que começam as aulas, trânsito e tudo o que a gente aguenta o ano todo. Mas março tem carnaval, quatro dias de festa e tempo de curtir a família nesse período de mini-férias. Esse ano, ficamos em Porto Alegre, mas não deixamos de aproveitar e reparar que, pelo movimento que tinha, ou a praia estava vazia ou a cidade está com explosão populacional. Tudo cheio, ruas lotadas de carros, supermercados com filas o tempo todo. Tentando fugir disso, pegamos a vovó Sonia e a Nathy e fomos pro zoológico. Chegando lá, vimos que muita gente teve a mesma idéia, o parque estava lotado. O passeio foi maravilhoso. A pequena ficou eufórica quando viu os macacos, pássaros, tartarugas, leão e urso, que ela diz ser o "uscho" da dinda. Hipopótamos, rinocerontes, elefantes e zebras, todos bem dispostos a se exibirem. No final, fizemos um piquenique embaixo das árvores. Na segunda-feira, para repor as energias, fomos dar uma caminhada em Ipanema no final da tarde. Terça-feira e último dia de festa, fomos pra casa da Bibi comer um churrasquinho. Passamos o dia lá, voltando pra casa somente à noite. Quarta-feira, 9 de março, voltamos pra casa da Bibi, tinha um jogaço no estádio Olímpico e eu estaria presenciando uma final espetacular. Grêmio e Caxias decidiam o 1º turno do Gauchão. Grêmio perdendo o jogo todo, 2 x 0 pra eles até que no último minuto, 50 do segundo tempo, o Grêmio empata a partida e leva a decisão para os pênaltis. Aí a camisa pesou mais e saímos campeões. Ainda durante o carnaval, a Duda soltou mais pérolas: quando alguém fica descalço, ela fica furiosa, mandando colocar o "papato". "Papaiê, papato". "Mamnina, papaaato", e nem a "dida" escapa. Aprendeu a falar "pech" (peixe), bolscho (bolso), bola e imitar o rugido de um leão.
No final de semana seguinte, minha mãe subiu pra Sta Catarina, aproveitando as férias do meu pai e deixando a casa da praia à deriva. Nos tocamos pra lá, tentando fugir da rotina (que mal começou) e aproveitar os últimos momentos de praia. Saímos de "bichi", como a Duda chama as bicicletas, pelas ruas vazias e as casas todas fechadas com trancas pesadas, sinal de que realmente o verão chegou ao fim.
Uma outra novidade, é a Duda avisar quando faz xixi ou cocô. O que ela ainda não aprendeu, é que ela tem que avisar antes, e não depois que fez. Compramos um assento pra ela, todo colorido e com almofadinha. Colocamos ela sentada quando ela pede, mas apenas uma vez ela fez cocô na privada.
Pra finalizar essas atualizações, nesse último final de semana, 20 de março, chegou a Camila (pra Duda era a "mimi") de Santa Maria com a Manuela e o Dudu. A Duda, que já está acostumada com o "namorado" dela que também é Dudu, ficou na volta do primo. Ela e a Manu brincaram bastante. Aproveitamos a rápida estadia e fomos no estádio do Grêmio tirar fotos. Elas voltaram pra terrinha no dia seguinte, segunda-feira no final do dia.
Finalmente atualizado com quase tudo contado (a memória anda falhando).
Opa e a tia Ana tão amada entra onde nessa história, e o "Muno"(Bruno-tio pataxo)....
ResponderExcluirProtesto: Pra mim faltou o Di...
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