terça-feira, 30 de março de 2010

Mais dentinhos

Apareceram mais dois dentes da Duda na parte de cima. Já fazia alguns dias que a Beta notou que estava inchado e durante o final de semana, eu estava com ela no colo brincando quando percebi que estava bem branquinho. Ontem (29), entre chorinhos e ranço, um deles veio à tona.
Já começamos a pensar na festa de 1 ano, vimos a decoração, local...agora começa a função.

Ontem (30) fomos ao posto de saúde para ela receber a primeira dose da vacina contra a gripe H1N1. Dia 30 de abril tem uma segunda dose.

Algumas fotos de um final de semana no sítio...














sexta-feira, 26 de março de 2010

Cuidado com a buzina




O navio tinha "placa" de Istambul.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Mais novidades

Parecia que o final-de-semana seria igual a todos os outros. Parecia. A vovó Sonia foi para o sítio na sexta-feira e nos deixou de donos de casa. Começamos comprando umas pizzas e umas cervejas, e isso foi a nossa janta. Sábado, passamos o dia em casa, almoçamos todos os 'já-te-vi' que tinha na geladeira e na janta fizemos massa de pastel enrolada com salsicha acompanhadas por duas cervejas que eu tomei praticamente sozinho. Ainda no sábado, surgiu a idéia de irmos pro sítio no dia seguinte, que teria um churrasco em comemoração do aniversário do Zeca, marido da Ada. No fim, não rolou carona e nossos planos tinham ido por água abaixo. Domingo abriu um solzinho meio escondido e eu fui dar uma volta com a Duda na praça, isso já mais de meio-dia. Sentei na escadaria e fiquei lá com ela, vendo os passarinhos e os carros subindo a rua. Lá pelas tantas chega a Beta, e fala que queria ir até o sítio, e eu comentei que falaria com a minha vó, pegaria o carro emprestado e faríamos o passeio. Aí foi aquela correria. Já era 1 da tarde quando eu voltei de carro, almoçamos e saímos. Foi um dos melhores domingos que nós três já passamos juntos, começando pela saída de Porto Alegre. A ponte levadiça estava fechada, o que nos trancou um tempão. Foi até bom, pois assim pude conhecer uma das mais belas obras da cidade em ação. Quando chegamos, ela ainda nem tinha começado a levantar. Quando eu vi o navio chegando, peguei o celular e fui até a beirada (alguns metros depois da placa que dizia que não era para ficar ali) junto com muitos outros curiosos. Filmei toda a passagem, inclusive a buzinada que ele deu, assustando todos que estavam ali. Depois que a ponte baixou seguimos a viagem. Quando chegamos no sítio, a Pati e a vovó Sonia já nos esperavam no portão. Passamos a tarde lá, tomamos banho de piscina, inclusive a Duda, que fez uma festa danada. No fim da tarde, arrumamos tudo e nos tocamos de volta à terrinha.
Hoje de manhã foi a revisão da Duda. O médico disse que a cicatrização está ótima, suspendeu a Cefalexina, o remédio que ela tomava desde que nasceu, e pediu que marcássemos uma ecografia para o início de junho.Após a ecografia, marcaremos outra consulta para avaliação. A única recomendação é que se ela tiver febre, temos que fazer um exame de urina. O resto segue normal. Hoje à noite vamos jantar com a vovó Cláudia e o vovô Sérgio, que voltaram de férias e estão loucos de saudade.

Bruno, Beta e Duda.

sábado, 20 de março de 2010

Últimas novidades

Durante a última semana muitas coisas aconteceram. A Duda se recupera muito bem da cirurgia, inclusive começou a engatinhar, aliás, está mais para caminhar com as mãos no chão. Começou a comer Danoninho, a papinha está bem mais incrementada com vários tipos de verduras e uma peripécia que eu ainda não conhecia. Ela já ficava em pé no carrinho com muita facilidade, mas ontem (19/03) ela me surpreendeu. Ela se segurou na parte onde a gente empurra e ,fazendo uma enorme força, começou a subir nas costas do carrinho. Claro que eu estava acompanhando de perto, mas fiquei espantado com a agilidade e a rapidez com que ela se virou e começou a escalada. Outra novidade são as latidas. Sim, a Duda está latindo. Começou a puxar o sangue paterno. A gente diz pra ela -"como faz o cachorro?" e ela responde fazendo um biquinho -"Ouhf,ouhf...".
É...definitivamente ela não sentiu a cirurgia. Próxima segunda-feira teremos a consulta de revisão com os cirurgiões para avaliação da recuperação dela além de iniciar a campanha de vacinação para a gripe H1N1. Marcaremos também uma consulta com o pediatra, achamos que ela deu uma engordadinha depois da cirurgia.

terça-feira, 16 de março de 2010

Resposta à leitora Priscila

Antes de mais nada, gostaria de agradecer à visita da Priscila, mãe de um menino com o mesmo problema que a Duda teve. Para deixá-la mais tranquila, aviso que a cirurgia é muito simples, o remédio é uma profilaxia para evitar infecções e a Duda toma desde que nasceu. Agora, após a cirurgia, continua tomando, totalizando praticamente 10 meses. Nunca teve infecção urinária e apresentou quadro febril apenas umas duas vezes e não sabemos se foi por causa do megaureter ou outra coisa. Nunca teve um resfriado, no máximo uma coriza leve. Não percebemos nada com relação ao fígado e pelas fotos, dá para perceber que os dentes dela são bem saudáveis. É muito fácil dizer que vai dar tudo certo, que não é um problema de perder a cabeça, mas isso é fácil quando não é o filho da gente. Por experiência própria, eu digo: o medo e nervosismo que antecede a cirurgia é de dar risada depois que passa e vemos nosso filho brincando como se nada tivesse acontecido. Tiramos um peso enorme das costas.

Detalhes da cirurgia: no caso da Duda, foi um corte de cerca de 3 ou 4 cm, mais ou menos no mesmo local de uma cirurgia de apendicite. Ela saiu da cirurgia com um dreno no corte, que tirou no dia da alta e uma sonda via uretra que foi retirada na manhã do terceiro dia de internação. Todo esse equipamento é muito bem fixado, já que são crianças curiosas que querem colocar tudo na boca. Só para finalizar e tranquilizar de vez, lembro que no dia da cirurgia, cerca de 1 hora depois que ela já estava na recuperação, ela dormia um ótimo sono de bruços, por cima do dreno e do curativo. Qualquer dúvida, estamos à disposição.

Bruno, Beta e Duda.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Troca de Nan

Ontem liguei para o pediatra da Duda para saber se poderíamos trocar do Nan 1 (em média R$19,00) pelo Nan 2 (média de R$12,00). Levando em consideração que ela toma uma lata de 400g em 3/4 dias, isso gera uma economia de R$70,00 ao mês. Ainda, segundo o médico, em seguida trocaremos para o leite comum. No hospital ela comeu sopinha com arroz, massa e frango desfiado. A partir de agora, ela começa a comer de tudo, já que o médico tinha sugerido que não mudássemos a alimentação dela até a cirurgia. Agora que tudo passou, ela está super bem, marcaremos uma consulta para algumas recomendações. Se com pontos e curativos ela não apresenta nada, quando isso tudo passar definitivamente ela levanta vôo.





Bruno, Beta e Duda.



segunda-feira, 8 de março de 2010

Alta

Segunda-feira, 8 de março às 9:49 da manhã o médico deu a nota de alta para a Duda. Continuará tomando o mesmo remédio desde que nasceu. Ela está se recuperando muito bem e nada mudou na nossa rotina, apenas fazer um curativo após o banho. Os pontos do corte são internos e, segundo o médico, não ficará cicatriz. Ela ferve o dia todo, brinca o tempo todo e aparentemente não sente nenhuma dor.
Esse vídeo eu fiz ontem (10/03).

sexta-feira, 5 de março de 2010

Duda brincando no hospital

Cirurgia

Bom pessoal, deixamos isso em off por serem motivos pessoais demais para serem expostos na internet, mas agora que tudo passou vamos esclarecer. Descobrimos ainda durante a gestação que a Duda tinha um rim muito maior que o outro, o que fez com que a gente começasse desde cedo a fazer exames. Quando a Duda nasceu, o diagnóstico foi de Megaureter, uma má-formação no canal que liga o rim na bexiga. Esse canal é mais extenso que o normal, mais espesso e obstruído. Era obrigatório uma intervenção cirúrgica, onde o canal seria retirado, diminuído e reimplantado. O processo cirúrgico foi feito ontem, quinta-feira no hospital da criança Santo Antônio. Ela está muito bem, brincando como se nada tivesse acontecido. As enfermeiras disseram que ela é muito forte, até agora não precisou de medicamentos fortes para dor, apenas Paracetamol. O tempo previsto de internação é de 3 a 4 dias, o que significa que amanhã ou domingo ela já estará em casa. A Beta fica no hospital com ela o tempo todo e eu faço constantes visitas. Agradecemos à todas as pessoas que torceram, rezaram e fizeram pensamento positivo para que tudo desse certo.

Bruno, Beta e Duda.



terça-feira, 2 de março de 2010

Final de semana bem atípico

Bom, até sexta à noite estava tudo normal. Sábado foi um dia comum, mas o domingo, reservou tudo o que podia acontecer. Pra começar, domingo era a decisão do 1º turno do campeonato gaúcho, o Grêmio estava na disputa e todo mundo se reuniu na casa da vovó Sonia para um churrasquinho que, além do jogo, tinha um outro motivo: o aniversário da tia Eva de Santa Maria. Na hora de temperar o churrasco, ao invés de sal, usaram açúcar cristal, mas só se deram conta disso quando experimentaram um pedacinho. Notaram que a carne estava dourando rápido, até impressionados com a força do fogo. Na hora de servir foi aquela gargalhada: "olha a carne caramelada", "vai um churresa?" (churrasco + sobremesa) e coisas do gênero. Falaram tanto, mas todo mundo comeu que se lavou. Fomos pro jogo, junto com a Thaís e o tio Chico de Brasília. Ganhamos de 1 a 0 do Novo Hamburgo e fomos campeões. Voltamos para casa e a tia Ada estava lá com a Renata e a Pati. Desde o meio da semana, a porta do banheiro está com problemas, ela tranca e as pessoas tem dificuldade de abrir a porta. Minha mãe tinha ficado trancada, a Beta mesmo já tinha sido vítima e dessa vez foi a Pati, mas o caso dela foi um pouco pior. Ela ficou presa, passou a chave por debaixo da porta para que nós tentássemos o resgate. Após algumas tentativas, a chave quebra e começa o desespero. Pegam a chave reserva e nada. Tentamos abrir a fechadura, mas não resolveu. Enquanto discutíamos sobre o que fazer, chamar ou não um chaveiro (domingo, quase 9 da noite), a vovó Sonia deu a autorização: mete o pé na porta. Então tá. Dissemos pra Pati ir pro fundo do banheiro, eu peguei um embalo e BLAM. Era marco de porta rachado, espelho do marco atirado no meio do banheiro, mas ela estava salva. Ao final de tudo, ela me olha e diz: "meu herói...". Brincadeiras a parte, na segunda-feira, o Chico foi até a ferragem, comprou fechadura nova, cola para madeira e arrumou o estrago. Apesar de tudo, foi divertido.
Ontem, ainda na segunda-feira, cheguei em casa do trabalho, fiz a Duda dormir e quando fui sair para a aula, ela ainda estava dormindo. Pois é, começaram as aulas, e lá fui eu pegar ônibus, viajar e etc.

Bruno, Beta e Duda.