terça-feira, 9 de outubro de 2012

Depois de muito tempo...

Quero começar este post dizendo que há muito tempo quero colocar o blog em dia, contar as novidades que a Duda apronta, a virada que tivemos na nossa vida e tudo que aconteceu desde a última postagem.
Foram tantas coisas que não consigo lembrar de tudo. A Duda? Tá bem, indo pra escolinha e enchendo a nossa vida com sorrisos puros e abraços cada vez mais apertados.
Tivemos perdas significativas, referências de vida. Ganhamos uma nova esperança, com o nome de Manuela. Adotamos um cachorro, mamãe se acidentou, emprego novo, formatura se aproximando, ideias para tentar ganhar algum dinheiro e salvar as contas do mês. Coisas cotidianas, mas não nos damos conta de que acontecem o tempo todo, com todo mundo. Neste momento estou sentado na minha mesa de trabalho, com alguma bagunça corriqueira e um som rolando.
Olhando para trás, é de se pensar quais planos que fiz há 10 ou 15 anos estão se realizando. Nunca pensei em me casar com menos de 30 anos. Filhos? Nem pensar. Trabalhar, ganhar dinheiro, gastar tudo isso e aproveitar o máximo antes de assumir compromissos. Mas a vida nos dá opções e eu caí numa das armadilhas. Não me arrependo de nada do que fiz. Se pudesse voltar no tempo e refazer alguma coisa, faria tudo de novo. Do mesmo jeito.
Ter a Duda ao meu lado hoje é algo simplesmente espetacular. Sei que falo também pela Beta, pessoa que me orgulho muito.
A intenção do blog era contar o dia a dia da Duda, mas acabamos por escrever coisas que sejam do universo infantil, novidades ou outras coisas que refletem na pequena.
Bom, esse post era mais uma reinauguração, um bem-vindo de novo. Espero conseguir atualizar com a mesma frequência de tempos atrás.

Bruno, Beta e Duda.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Mais surpresas

A Duda não para de nos surpreender. Escrevi ontem que ela ainda não tinha associado 'muno' ao meu nome. À noite ela já mudou de idéia e me chamou assim. Estávamos no quarto de noite e ela queria descer, não parava um segundo. Eu disse pra ela que já ia com ela lá para baixo. Ela me olha e diz 'bacho' além de me chamar pelo nome. A tarde, minha mãe estava descongelando o freezer, que mais parecia as geleiras do Pólo Norte, e deixou as gavetas em cima da mesa. Cada gaveta tem desenhos de alimentos, como salsichas, vaquinha, porquinho, galinha, peru etc, mas nenhum deles é detalhado. Não é que ela sabe os bichos? Viu a vaca e fez 'muuuu', viu a galinha e 'bateu asas', viu a salsicha e disse 'chicha' e pra me surpreender, disse 'poco' e apontou pro desenho do bicho. Eu comecei a apontar para cada animal e ela dizendo qual era o nome ou o som.

Agora ela está entrando numa fase que diariamente tem novidades, e eu tentarei atualizar diariamente.

Bruno, Beta e Duda

quarta-feira, 23 de março de 2011

Esquecimentos

Mesmo com o baita post de ontem, ainda faltaram alguns acontecimentos.
A Duda aprendeu a chamar a Beta pelo nome. Depois de tanto chamar 'mamnina, mamnina, mamninaaaaaaaaa' e a mamãe não olhar, ela solta um sonoro "bäta". Comigo a mesma coisa. Chama 'papaiê' várias vezes e se eu não olhar, ela solta um 'buuuuu'. Aprendeu a chamar a 'tia Ánna' e o namorado dela, o 'Muno' (Bruno). Ainda bem que ela ainda não associou meu nome ao nome dele, senão ao invés de Bu, me chama de Muno também. Chama a Nina, que serve tanto para o nosso cachorro quanto para a gatinha que a prima Dóia tem. Aliás, a prima ela chama de 'pi'. Frequentemente, quando se fala em Nina, ela passa a mão na barriga e faz cara de dor, por causa da cirurgia de castração que a gatinha fez. Aprendeu a dar beijo estalado, abraço bem apertado e tomar de canudinho. O mais engraçado é que agora que ela já é uma moça, tudo ela quer fazer sozinha. Subir e descer escadas, é "Duda, Duda, Duda", c0mer, também é a mesma coisa. Faz uma sujeira danada, mas come sozinha.

Enfim, prazeres de um casal de pais aprendendo a conviver com o serzinho mais encantador que poderia existir.

Bruno, Beta e Duda.

terça-feira, 22 de março de 2011

Depois de muito tempo, blog atualizado

Vamos por ordem cronológica dos fatos, afinal, tem muita coisa para contar.

Eu entrei em férias no dia 31 de dezembro. Curtindo meu primeiro dia das minhas primeiras férias, fizemos um churrasquinho ao meio dia e convidamos o Sandro para almoçar. Passamos a tarde na piscina e a baixinha adorando, pra variar. À noite, fomos passar a virada de ano na casa da Bibi, enquanto a vovó Cláudia estava na praia. No 1º dia de 2011, embarcamos para o litoral onde ficamos por 15 dias, até o meu aniversário, que mais uma vez foi um grande evento. Durante as férias, a Duda pôde aproveitar a praia ao máximo. O tempo estava ótimo e o mar limpo. Todos os dias, sem exceção, íamos na praia de manhã, depois do café e no final da tarde. Muitas vezes levávamos baldinhos, forminhas e todo o equipamento infantil de diversão na areia. Pra nada. Ela só queria saber do mar, do montão de água que ela tinha à frente ainda inexplorado. Levamos as bicicletas, compramos a cadeirinha apropriada e lá íamos nós, papai, mamãe e Duda pedalando pela areia até a plataforma, meta desde que me conheço por gente. No meu aniversário, a casa estava cheia, parecia um refúgio de desabrigados, com colchão e mochila por todo o lado. Jogamos até Rugby, aliás, primeira partida de rugby nas areias de Cidreira. Começou na sexta e terminou domingo, quando eu voltei para Porto Alegre e a rotina diária me esperava, sorrindo, na segunda-feira. Voltando para a realidade e a rotina, a Duda começou a falar coisas e perceber que, para sair de casa, precisa da chave, além de mexer na maçaneta. Aprendeu também que para dirigir, tem que mexer na direção e na palanca de marchas, mesmo que ela não olhe pra frente enquanto o carro está andando e ela dirigindo no meu colo. Em fevereiro, teve o aniversário da Keka, a qual insiste em ser chamada de "madrinha" e a Duda resume simplesmente para...Keka. O primo Lipe de Brasília veio de mala e cuia morar aqui, e a Duda não sai da volta dele. É "Pipe" pra cá, "Pipe" pra la. Quando aparece uma partida de futebol na tevê, ela olha, grita "gooool" e quando perguntada de quem é o gol, prontamente responde: Bu, Pipe.
Durante o verão, ela começou a falar de tudo. Aprendeu a me chamar, mas com algumas variações, papaiêiê e papai, e o mais utilizado: papaiê. Mamnina é mamãe da menina (também chamada de mamã, mami), Dida é dinda, "ani" é o dindo Dani ou a Nathy, tanto faz. Bibi, vovó e vovô, Bu (outro dindo), "Tía", Ada.
Dizem que o ano só começa mesmo em março. Também acho, afinal, é aí que começam as aulas, trânsito e tudo o que a gente aguenta o ano todo. Mas março tem carnaval, quatro dias de festa e tempo de curtir a família nesse período de mini-férias. Esse ano, ficamos em Porto Alegre, mas não deixamos de aproveitar e reparar que, pelo movimento que tinha, ou a praia estava vazia ou a cidade está com explosão populacional. Tudo cheio, ruas lotadas de carros, supermercados com filas o tempo todo. Tentando fugir disso, pegamos a vovó Sonia e a Nathy e fomos pro zoológico. Chegando lá, vimos que muita gente teve a mesma idéia, o parque estava lotado. O passeio foi maravilhoso. A pequena ficou eufórica quando viu os macacos, pássaros, tartarugas, leão e urso, que ela diz ser o "uscho" da dinda. Hipopótamos, rinocerontes, elefantes e zebras, todos bem dispostos a se exibirem. No final, fizemos um piquenique embaixo das árvores. Na segunda-feira, para repor as energias, fomos dar uma caminhada em Ipanema no final da tarde. Terça-feira e último dia de festa, fomos pra casa da Bibi comer um churrasquinho. Passamos o dia lá, voltando pra casa somente à noite. Quarta-feira, 9 de março, voltamos pra casa da Bibi, tinha um jogaço no estádio Olímpico e eu estaria presenciando uma final espetacular. Grêmio e Caxias decidiam o 1º turno do Gauchão. Grêmio perdendo o jogo todo, 2 x 0 pra eles até que no último minuto, 50 do segundo tempo, o Grêmio empata a partida e leva a decisão para os pênaltis. Aí a camisa pesou mais e saímos campeões. Ainda durante o carnaval, a Duda soltou mais pérolas: quando alguém fica descalço, ela fica furiosa, mandando colocar o "papato". "Papaiê, papato". "Mamnina, papaaato", e nem a "dida" escapa. Aprendeu a falar "pech" (peixe), bolscho (bolso), bola e imitar o rugido de um leão.
No final de semana seguinte, minha mãe subiu pra Sta Catarina, aproveitando as férias do meu pai e deixando a casa da praia à deriva. Nos tocamos pra lá, tentando fugir da rotina (que mal começou) e aproveitar os últimos momentos de praia. Saímos de "bichi", como a Duda chama as bicicletas, pelas ruas vazias e as casas todas fechadas com trancas pesadas, sinal de que realmente o verão chegou ao fim.
Uma outra novidade, é a Duda avisar quando faz xixi ou cocô. O que ela ainda não aprendeu, é que ela tem que avisar antes, e não depois que fez. Compramos um assento pra ela, todo colorido e com almofadinha. Colocamos ela sentada quando ela pede, mas apenas uma vez ela fez cocô na privada.
Pra finalizar essas atualizações, nesse último final de semana, 20 de março, chegou a Camila (pra Duda era a "mimi") de Santa Maria com a Manuela e o Dudu. A Duda, que já está acostumada com o "namorado" dela que também é Dudu, ficou na volta do primo. Ela e a Manu brincaram bastante. Aproveitamos a rápida estadia e fomos no estádio do Grêmio tirar fotos. Elas voltaram pra terrinha no dia seguinte, segunda-feira no final do dia.

Finalmente atualizado com quase tudo contado (a memória anda falhando).

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Quase 2011

O Natal veio, o Natal passou e o maior presente foi o nosso quarto pronto. Durante o dia 24 ainda estávamos fazendo os últimos ajustes, colocando acabamento nas janelas, subindo a cama e montando o berço. Fomos aproveitar o quarto só as 4 da manhã, quando acabou a comemoração natalina e fomos dormir.
Além de muitas roupas, a Duda ganhou brinquedos para aproveitar a praia, uma piscininha e bóias de braço e circular para uma aventura aquática em águas mais profundas. Ontem, 26, fomos aproveitar o domingo de sol na praia, fazer um bate-e-volta e ver os bizos. A novidade foi ela correndo na areia, salgando os pezinhos na água gelada do mar e explorando a casa toda, pois desde a Páscoa que não íamos à praia e na ocasião, ela ainda não caminhava. A felicidade dela, em correr pela areia e entrar mar adentro era impagável. Sentou na água, molhou a roupa e aí a festa começou pra valer. Na hora de ir embora, quem disse que foi fácil? Sentimos o que nos aguarda durante este verão. Amanhã coloco os vídeos e as fotos do Natal e da pequena na praia.

Bruno, Beta e Duda.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Escova de dentes

A Duda se exibe com seu mais novo presente: uma escova de dentes de gente grande. Talvez não tão grande assim, pois ela é verde e o cabo imita uma tartaruga, mas é uma escova. Agora ela escova os dentes no banho sozinha, rebolando a escova para lá e para cá. O dedal que usávamos antes, além de não ser mais o adequado, colocava meus dedos em risco, já que ela mordia constantemente. A pequena apresentou febre durante uns dias, chegando a passar uma noite acordada comigo. Levamos ela ao médico e o resultado foi um quadro viral, que deve terminar até o final de semana. Ontem ela teve febre novamente durante a madrugada e até banho ela tomou. Aprendeu a falar "lala" para chamar a prima Laura, "bibi", que não precisa de tradução, "pi", para chamar a prima e surpreendeu todo mundo quando disse "dudu" para o amiguinho dela, que a Beta insiste em chamar de futuro genro.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Visita ao Papai Noel

Quase um mês já se passou, o natal se aproxima e a Duda já foi ver o Papai Noel. No início ela estava meio desconfiada, mas com o tempo foi se aproximando e até fez ele se levantar para sentar na cadeira dele. Ela fala "papá", "bobô", "mama", "tia" e canta a música da novela TI-TI-TI, mas apenas o refrão: "ti-ti". Aprendeu a fazer biquinho para dar beijo e cada "upa" é um amasso só. Nós temos alguns papais-noéis de artesanato, dois grandes e uns quatro pequenos que a Duda passa carregando como se fosse seu filho, amamentando e fazendo dormir. Fotos em breve.

Bruno, Beta e Duda